DIOCESE DE ITUIUTABA - (Dioecesis Ituiutabensis) - A Diocese de Ituiutaba é uma divisão territorial da Igreja Católica no Estado de Minas Gerais. Sua sede é o município de Ituiutaba. Foi criada em 16 de outubro de 1982 pelo Papa São João Paulo II pela Bula Quo Melius, que quer dizer: Quanto Melhor, de 16 de outubro de 1982. A Diocese de Ituiutaba tem uma área de 22.397,8 Km².
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Papa Francisco nomeia novo bispo de Jardim (MS)
Monsenhor João
Gilberto de Moura, atualmente Vigário Geral e Pároco da Catedral de Ituiutaba
(MG), foi nomeado pelo Papa Francisco como novo bispo da Diocese de Jardim (MS)
na manhã desta quarta-feira, 3 de julho.
Eis os dados
biográficos do novo bispo:
Filiação: João Marques de Moura (in
memorian) e Maria Marlene de Moura
Nascido em: 21/11/1963
FORMAÇÃO
Filosofia, Seminário “Maria Imaculada”
Araxá (MG)
Teologia, CEARP / Centro de Estudos da
Arquidiocese de Ribeirão Preto (SP); Seminário Maria Imaculada, Brodowski (SP);
Faculdade Nossa Senhora Assunção de São Paulo (SP).
Ministérios Pastorais NA DIOCESE DE
ITUIUTABA (MG)
Vigário Paroquial
da Catedral de São José (1996) e Reitor do Seminário Santo Cura’D Ars (1996), Coordenador
Diocesano da Pastoral Vocacional (1996-1997), Assistente Eclesiástico do
movimento serra(1996-1999); Pároco da Paróquia Cristo Rei em Centralina
(1997-2002), Coordenador Diocesano da Pastoral da Criança (1999-2002), Pároco
da São Francisco de Assis em Ituiutaba (2002-2008), Representante dos
Presbíteros (1997-2003),Juiz da Câmara de instrução processual de Ituiutaba
(2000-2013) Chanceler do Bispado(2002-2006), Coordenador Regional da Pastoral
da Criança setor Ituiutaba (2004-2006), Vigário Geral da Diocese (2006-2007) e
Administrador Diocesano “sede vacante” de Ituiutaba (2007), Pároco da Paróquia São José – Sé Catedral (2008-2013), Vigário geral da Diocese (2008-2013).
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sábado, 29 de junho de 2013
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Nota da CNBB: "Ouvir o clamor que vem das ruas"
Brasília (RV) - Os bispos manifestam "solidariedade e apoio às
manifestações, desde que pacíficas, que têm levado às ruas gente de todas as
idades, sobretudo os jovens".
A Presidência da CNBB apresentou a Nota em entrevista coletiva e o documento foi aprovado na reunião do Conselho Permanente concluída na manhã desta sexta-feira, 21 de junho.
Leia a Nota:
Ouvir o clamor que vem das ruas.
Nós, bispos do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunidos em Brasília de 19 a 21 de junho, declaramos nossa solidariedade e apoio às manifestações, desde que pacíficas, que têm levado às ruas gente de todas as idades, sobretudo os jovens. Trata-se de um fenômeno que envolve o povo brasileiro e o desperta para uma nova consciência. Requerem atenção e discernimento a fim de que se identifiquem seus valores e limites, sempre em vista à construção da sociedade justa e fraterna que almejamos.
Nascidas de maneira livre e espontânea a partir das redes sociais, as mobilizações questionam a todos nós e atestam que não é possível mais viver num país com tanta desigualdade. Sustentam-se na justa e necessária reivindicação de políticas públicas para todos. Gritam contra a corrupção, a impunidade e a falta de transparência na gestão pública. Denunciam a violência contra a juventude. São, ao mesmo tempo, testemunho de que a solução dos problemas por que passa o povo brasileiro só será possível com participação de todos. Fazem, assim, renascer a esperança quando gritam: "O Gigante acordou!"
Numa sociedade em que as pessoas têm o seu direito negado sobre a condução da própria vida, a presença do povo nas ruas testemunha que é na prática de valores como a solidariedade e o serviço gratuito ao outro que encontramos o sentido do existir. A indiferença e o conformismo levam as pessoas, especialmente os jovens, a desistirem da vida e se constituem em obstáculo à transformação das estruturas que ferem de morte a dignidade humana. As manifestações destes dias mostram que os brasileiros não estão dormindo em "berço esplêndido".
O direito democrático a manifestações como estas deve ser sempre garantido pelo Estado. De todos espera-se o respeito à paz e à ordem. Nada justifica a violência, a destruição do patrimônio público e privado, o desrespeito e a agressão a pessoas e instituições, o cerceamento à liberdade de ir e vir, de pensar e agir diferente, que devem ser repudiados com veemência. Quando isso ocorre, negam-se os valores inerentes às manifestações, instalando-se uma incoerência corrosiva que leva ao descrédito.
Sejam estas manifestações fortalecimento da participação popular nos destinos de nosso país e prenúncio de novos tempos para todos. Que o clamor do povo seja ouvido!
Sobre todos invocamos a proteção de Nossa Senhora Aparecida e a bênção de Deus, que é justo e santo.
Brasília, 21 de junho de 2013
Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB
Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís
Vice-presidente da CNBB
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB
Texto proveniente da página do site da Rádio Vaticano
A Presidência da CNBB apresentou a Nota em entrevista coletiva e o documento foi aprovado na reunião do Conselho Permanente concluída na manhã desta sexta-feira, 21 de junho.
Leia a Nota:
Ouvir o clamor que vem das ruas.
Nós, bispos do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunidos em Brasília de 19 a 21 de junho, declaramos nossa solidariedade e apoio às manifestações, desde que pacíficas, que têm levado às ruas gente de todas as idades, sobretudo os jovens. Trata-se de um fenômeno que envolve o povo brasileiro e o desperta para uma nova consciência. Requerem atenção e discernimento a fim de que se identifiquem seus valores e limites, sempre em vista à construção da sociedade justa e fraterna que almejamos.
Nascidas de maneira livre e espontânea a partir das redes sociais, as mobilizações questionam a todos nós e atestam que não é possível mais viver num país com tanta desigualdade. Sustentam-se na justa e necessária reivindicação de políticas públicas para todos. Gritam contra a corrupção, a impunidade e a falta de transparência na gestão pública. Denunciam a violência contra a juventude. São, ao mesmo tempo, testemunho de que a solução dos problemas por que passa o povo brasileiro só será possível com participação de todos. Fazem, assim, renascer a esperança quando gritam: "O Gigante acordou!"
Numa sociedade em que as pessoas têm o seu direito negado sobre a condução da própria vida, a presença do povo nas ruas testemunha que é na prática de valores como a solidariedade e o serviço gratuito ao outro que encontramos o sentido do existir. A indiferença e o conformismo levam as pessoas, especialmente os jovens, a desistirem da vida e se constituem em obstáculo à transformação das estruturas que ferem de morte a dignidade humana. As manifestações destes dias mostram que os brasileiros não estão dormindo em "berço esplêndido".
O direito democrático a manifestações como estas deve ser sempre garantido pelo Estado. De todos espera-se o respeito à paz e à ordem. Nada justifica a violência, a destruição do patrimônio público e privado, o desrespeito e a agressão a pessoas e instituições, o cerceamento à liberdade de ir e vir, de pensar e agir diferente, que devem ser repudiados com veemência. Quando isso ocorre, negam-se os valores inerentes às manifestações, instalando-se uma incoerência corrosiva que leva ao descrédito.
Sejam estas manifestações fortalecimento da participação popular nos destinos de nosso país e prenúncio de novos tempos para todos. Que o clamor do povo seja ouvido!
Sobre todos invocamos a proteção de Nossa Senhora Aparecida e a bênção de Deus, que é justo e santo.
Brasília, 21 de junho de 2013
Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB
Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís
Vice-presidente da CNBB
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB
Texto proveniente da página do site da Rádio Vaticano
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Missa na Casa Santa Marta: superar a hipocrisia na Igreja
Cidade do Vaticano (RV) – Como todas as manhãs, o Santo Padre celebrou
Missa na Capela de Santa Marta, no Vaticano, da qual participaram, entre outros,
o Cardeal Marc Ouellet, o arcebispo Dom Lorenzo Baldisseri, respectivamente
Prefeito e Secretário da Congregação para os Bispos, acompanhados por Dom
Vincenzo Paglia, Presidente do Pontifício Conselho para a Família, e
funcionários do mesmo organismo vaticano.
Papa Francisco meditou, com os
presentes, sobre “os protagonistas do Evangelho de hoje: os escribas e fariseus,
hipócritas que levam o povo de Deus a um beco sem saída”. O cristianismo,
explicou, não deve ser uma mera casuística de preceitos, que impede a
compreensão de que Deus é alegria e generosidade.
Mas, no Evangelho de
hoje, observa o Papa, o Senhor fala também de outra classe de hipócritas: “O
Senhor fala de jejum, oração e esmola: três pilares da piedade cristã, da
conversão interior, que a Igreja nos propõe, sobretudo na Quaresma. Aqui também
aparecem certos hipócritas, que querem apenas se aparecer. Pensemos à hipocrisia
na Igreja, que causam tanto mal. Porém, podemos dispor da graça que vem de
Cristo: a graça da alegria, da generosidade, da grandeza de filhos de Deus”.
Texto proveniente da página do site da Rádio Vaticano
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