DIOCESE DE ITUIUTABA - (Dioecesis Ituiutabensis) - A Diocese de Ituiutaba é uma divisão territorial da Igreja Católica no Estado de Minas Gerais. Sua sede é o município de Ituiutaba. Foi criada em 16 de outubro de 1982 pelo Papa São João Paulo II pela Bula Quo Melius, que quer dizer: Quanto Melhor, de 16 de outubro de 1982. A Diocese de Ituiutaba tem uma área de 22.397,8 Km².
sábado, 19 de abril de 2025
TRÍDUO PASCAL - Quinta-feira Santa
O Tríduo Pascal, ápice da Semana Santa, tem início na noite da Quinta-feira Santa e segue até as segundas vésperas do Domingo de Páscoa. A primeira parte é a Celebração da Ceia do Senhor, seguida da Paixão de Cristo, na sexta-feira, e a Vigília Pascal, no sábado.
quarta-feira, 16 de abril de 2025
MISSA DA UNIDADE - 2025
Na Terça-feira do dia 15 de abril às 9h na Catedral São José, aconteceu a Missa da Unidade, presidida por Dom Frei Irineu Andreassa, OFM, nosso bispo diocesano, com a concelebração de todo o clero diocesano.
Dois momentos marcantes ocorreram durante a Missa:
1 - Renovação dos compromissos sacerdotais – Os presbíteros (padres) reafirmaram seus compromissos diante do bispo e dos fiéis. Por isso, essa celebração é chamada de “Missa da Unidade”, pois conta com a participação de todos os presbíteros da Diocese.
2 - Bênção dos Santos Óleos – Foram abençoados os seguintes óleos:
- Óleo dos Catecúmenos – Destinado aos que serão batizados, o primeiro sacramento da iniciação cristã, considerado a porta da fé.
- Óleo dos Enfermos (Unção dos Enfermos) – Utilizado para os enfermos e necessitados de saúde, trazendo conforto e força do Espírito Santo para o doente em seu momento de sofrimento. A unção é feita na fronte e na palma das mãos.
- Óleo do Santo Crisma – Usado nos Sacramentos da Crisma e da Ordem, bem como na unção do Batismo, aplicada na fronte. Na Confirmação (Crisma), é o símbolo principal da consagração, sendo também ungido na fronte. Após a Ordenação Episcopal, é derramado sobre a cabeça do novo bispo e, após a Ordenação Sacerdotal, na palma das mãos do neo-sacerdote.
quarta-feira, 5 de março de 2025
Mensagem do Papa Francisco por ocasião do início da Campanha da Fraternidade - 2025
Queridos irmãos e irmãs do Brasil,
Com este dia de jejum, penitência e oração, iniciamos a
Quaresma deste Ano Jubilar da Encarnação. Nesta ocasião, desejo manifestar a
minha proximidade à Igreja peregrina nessa Nação e felicitar os meus irmãos da
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil pela iniciativa da Campanha da
Fraternidade, que se repete há mais de 60 anos e que neste ano tem como tema
"Fraternidade e Ecologia Integral" e como lema a passagem da Escritura na qual,
contemplando a obra da criação, "Deus viu que tudo era muito bom" (cf. Gn
1,31).
Com a Campanha da Fraternidade, os bispos do Brasil
convidam todo o povo brasileiro a trilhar, durante a Quaresma, um caminho de
conversão baseado na Carta Encíclica Laudato Si’, que publiquei há quase 10
anos, em 24 de maio de 2015, e que senti necessidade de complementar com a
Exortação Apostólica Laudate Deum, de 4 de outubro de 2023.
Nestes documentos, quis chamar a atenção de toda a
humanidade para a urgência de uma necessária mudança de atitude em nossas
relações com o meio ambiente, recordando que a atual "crise ecológica é um
apelo a uma profunda conversão interior" (Laudato Si, 217). Neste sentido, o
meu predecessor de venerável memória, São João Paulo II, já alertava que era "preciso estimular e apoiar a “conversão ecológica”, que tornou a humanidade
mais sensível" (Audiência, 17 de janeiro de 2001) ao tema do cuidado com a Casa
Comum.
Por isso, louvo o esforço da Conferência Episcopal em
propor mais uma vez como horizonte o tema da ecologia, junto à desejada
conversão pessoal de cada fiel a Cristo. Que todos nós possamos, com o especial
auxilio da graça de Deus neste tempo jubilar, mudar nossas convicções e
práticas para deixar que a natureza descanse das nossas explorações
gananciosas.
Desejo que esse itinerário quaresmal dê muitos frutos e
nos encha a todos de Esperança, da qual somos peregrinos neste Jubileu. Faço
votos que a Campanha da Fraternidade seja novamente um poderoso auxílio para as
pessoas e comunidades desse amado País no seu processo de conversão ao
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo e de compromisso concreto com a Ecologia
Integral.
Confiando estes votos aos cuidados de Nossa Senhora
Aparecida, concedo de bom grado a Bênção Apostólica a todos os filhos e filhas
da querida nação brasileira, de modo especial àqueles que se empenham no
cuidado com a Casa Comum, pedindo que continuem a rezar por mim.
Roma, São João de Latrão, 11 de fevereiro de 2025,
memória litúrgica de Nossa Senhora de Lourdes.
Franciscus
Fonte: Vatican News
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025
MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2025 - Caminhemos juntos na esperança
Foto: Audiência Geral de 4 de dezembro de 2024 (Vatican Media)
Queridos irmãos e irmãs!
Com o sinal penitencial das cinzas sobre as nossas
cabeças, iniciamos na fé e na esperança a peregrinação anual da Santa Quaresma.
A Igreja, mãe e mestra, convida-nos a preparar os nossos corações e a abrir-nos
à graça de Deus para podermos celebrar com grande alegria o triunfo pascal de
Cristo, o Senhor, sobre o pecado e a morte, como exclamava São Paulo: «A morte
foi tragada pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó
morte, o teu aguilhão?» ( 1Cor 15, 54-55). Realmente, Jesus Cristo,
morto e ressuscitado, é o centro da nossa fé e a garantia da nossa esperança na
grande promessa do Pai, já realizada n’Ele, Seu Filho amado: a vida eterna
(cf. Jo 10, 28; 17, 3).
Nesta Quaresma, enriquecida pela graça do Ano Jubilar,
gostaria de oferecer algumas reflexões sobre o que significa caminhar
juntos na esperança e evidenciar os apelos à conversão que a misericórdia
de Deus dirige a todos nós, enquanto indivíduos e comunidades.
Antes de tudo, caminhar. O lema do Jubileu –
“Peregrinos de Esperança” – traz à mente a longa travessia do povo de Israel em
direção à Terra Prometida, narrada no livro do Êxodo: a difícil passagem da
escravidão para a liberdade, desejada e guiada pelo Senhor, que ama o seu povo
e sempre lhe é fiel. E não podemos recordar o êxodo bíblico sem pensar em
tantos irmãos e irmãs que, hoje, fogem de situações de miséria e violência e
vão à procura de uma vida melhor para si e para seus entes queridos. Aqui,
surge um primeiro apelo à conversão, porque todos nós somos peregrinos na vida,
mas cada um pode perguntar-se: como me deixo interpelar por esta condição?
Estou realmente a caminho ou estou paralisado, estático, com medo e sem
esperança, acomodado na minha zona de conforto? Busco caminhos de libertação
das situações de pecado e falta de dignidade? Seria um bom exercício quaresmal confrontar-nos
com a realidade concreta de algum migrante ou peregrino e deixar que ela nos
interpele, a fim de descobrir o que Deus pede de nós para sermos melhores
viajantes rumo à casa do Pai. Esse é um bom “exame” para o viandante.
Em segundo lugar, façamos esta viagem juntos.
Caminhar juntos, ser sinodal, é esta a vocação da Igreja. Os cristãos são chamados a percorrer o
caminho em conjunto, jamais como viajantes solitários. O Espírito Santo
impele-nos a sair de nós mesmos para ir ao encontro de Deus e dos nossos
irmãos, e nunca a fechar-nos em nós mesmos. Caminhar juntos significa ser tecelões
de unidade, partindo da nossa dignidade comum de filhos de Deus (cf. Gl 3,
26-28); significa caminhar lado a lado, sem pisar ou subjugar o outro, sem
alimentar invejas ou hipocrisias, sem deixar que ninguém fique para trás ou se
sinta excluído. Sigamos na mesma direção, rumo a uma única meta, ouvindo-nos
uns aos outros com amor e paciência.
Nesta Quaresma, Deus pede-nos que verifiquemos se nas
nossas vidas e famílias, nos locais onde trabalhamos, nas comunidades
paroquiais ou religiosas, somos capazes de caminhar com os outros, de ouvir, de
vencer a tentação de nos entrincheirarmos na nossa autorreferencialidade e de
olharmos apenas para as nossas próprias necessidades. Perguntemo-nos diante do
Senhor se somos capazes de trabalhar juntos ao serviço do Reino de Deus, como
bispos, sacerdotes, pessoas consagradas e leigos; se, com gestos concretos,
temos uma atitude acolhedora em relação àqueles que se aproximam de nós e a
quantos se encontram distantes; se fazemos com que as pessoas se sintam parte
da comunidade ou se as mantemos à margem. Este é o segundo apelo: a conversão à
sinodalidade.
Em terceiro lugar, façamos este caminho juntos na
esperança de uma promessa. A esperança que não engana (cf. Rm 5,
5), mensagem central do Jubileu, seja para nós o horizonte do caminho
quaresmal rumo à vitória pascal. Como o Papa Bento XVI nos
ensinou na Encíclica Spe
salvi, «o ser humano necessita do amor incondicionado. Precisa daquela
certeza que o faz exclamar: “Nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os
principados, nem o presente, nem o futuro, nem as potestades, nem a altura, nem
a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus,
que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 8, 38-39)». Jesus, nosso amor e nossa esperança,
ressuscitou e, vivo, reina glorioso. A morte foi
transformada em vitória e aqui reside a fé e a grande esperança dos cristãos:
na ressurreição de Cristo!
Eis o terceiro apelo à conversão: o da esperança, da
confiança em Deus e na sua grande promessa, a vida eterna. Devemos
perguntar-nos: estou convicto de que Deus me perdoa os pecados? Ou comporto-me
como se me pudesse salvar sozinho? Aspiro à salvação e peço a ajuda de Deus
para a receber? Vivo concretamente a esperança que me ajuda a ler os
acontecimentos da história e me impele a um compromisso com a justiça, a
fraternidade, o cuidado da casa comum, garantindo que ninguém seja deixado para
trás?
Irmãs e irmãos, graças ao amor de Deus em Jesus Cristo,
somos conservados na esperança que não engana (cf. Rm 5, 5). A
esperança é “a âncora da alma”, inabalável e segura. Nela, a Igreja reza para que «todos os
homens sejam salvos» (1Tm 2, 4) e ela própria anseia estar na glória
do céu, unida a Cristo, seu esposo. Santa Teresa de Jesus expressou isso da
seguinte forma: «Espera, espera, que não sabes quando virá o dia nem a hora.
Vela com cuidado, que tudo passa com brevidade, embora o teu desejo faça o
certo duvidoso e longo o tempo breve» (Exclamações, XV, 3).
Que a Virgem Maria, Mãe da Esperança, interceda por nós e
nos acompanhe no caminho quaresmal.
Roma, São João de Latrão, na Memória dos Santos mártires
Paulo Miki e companheiros, 6 de fevereiro de 2025.
FRANCISCO
Com informações: VaticanNews
terça-feira, 25 de fevereiro de 2025
RETIRO ANUAL DO CLERO - 2025
No período de 10 a 14 de fevereiro, na cidade de Goiânia no Centro de Pastoral Dom Fernando, aconteceu o retiro anual do Clero da Diocese de Ituiutaba, tendo como palestrante, Dom José Francisco Falcão de Barros, bispo auxiliar do Ordinariado Militar do Brasil.













































