sábado, 6 de fevereiro de 2016

CAMPANHA DA FRATERNIDADE ECUMÊNICA - 2016

Web Spot da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016 from Sumauma Vídeos on Vimeo.

AUDIO - do histórico encontro entre o Papa Francisco e o Patriarca Kirill da Igreja Ortodoxa de Moscou

Anunciado histórico encontro entre o Papa Francisco e o Patriarca Kirill

O Papa Francisco e o Patriarca de Moscou e de todas as Rússias, Kirill, se encontrarão em 12 de fevereiro em Cuba, onde o Santo Padre fará escala em sua viagem ao México e onde o Patriarca se encontrará em visita oficial. É o que anunciam com alegria, num comunicado conjunto, a Santa Sé e o Patriarcado de Moscou.
É um encontro que se dá “por graça de Deus” e que “compreenderá um colóquio pessoal no aeroporto internacional José Martí de Havana e se concluirá com a assinatura de uma declaração comum”.
Na coletiva, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, leu a parte central do comunicado:
“Este encontro dos Primazes da Igreja católica e da Igreja ortodoxa russa, de há muito preparado, será o primeiro na história e marcará uma etapa importante nas relações entre as duas Igrejas. A Santa Sé e o Patriarcado de Moscou fazem votos de que seja também um sinal de esperança para todos os homens de boa vontade. Convidam todos os cristãos a rezar fervorosamente a fim de que Deus abençoe este encontro, que possa produzir bons frutos.”
O Patriarca Kirill chega a Havana na quinta-feira, 11 de fevereiro, em visita oficial, disse Pe. Lombardi. Trata-se de sua primeira visita à América Latina como Patriarca. Na sexta-feira, 12 de fevereiro, o Papa parte de Roma para sua viagem ao México, antecipadamente em relação ao programa. Chega a Havana às 14h locais, ao aeroporto José Martí. Ali será recebido pelo presidente cubano Raul Castro.
Às 14h15 encontra o Patriarca Kirill. O colóquio privado deverá durar duas horas. Ao término será feita a assinatura da declaração conjunta. Os textos serão em russo e em italiano. O Papa e o Patriarca assinam ambos os textos e depois, entre eles, fazem a troca dos mesmos. Seguirão os breves discursos do Patriarca kirill e do Papa.
“No momento – observou Pe. Lombardi – são previstos, não como discursos preparados, com um texto longo e complicado, mas como uma expressão espontânea, pessoal de sentimentos nesta extraordinária e belíssima ocasião.”
A partida do Papa para o México está prevista para as 17h30. O programa desta viagem não foi alterado por esta escala em Cuba, precisou o porta-voz vaticano.
O religioso jesuíta ressaltou que este encontro tem uma importância extraordinária. Não se trata de um encontro “improvisado”, mas que amadureceu no espaço de dois anos: “O fato de agora ambos terem – o Patriarca e o Papa – previsto viagens que deveriam fazer à América Latina constituiu uma circunstância, uma premissa favorável para esta realização”.
Em seguida, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé traçou a figura do Patriarca kirill:
“Certamente é uma personalidade que tem uma longuíssima história de empenho ecumênico e de participação nas relações com as outras Igrejas. Com o Patriarca precedente (Aleksej II, ndr), Kirill era o responsável pelas relações exteriores do Patriarcado. Portanto, mantinha muitas relações ecumênicas e conhecia muito bem também a situação do ecumenismo. Entre outras coisas, esteve aqui em Roma por ocasião da consagração da Igreja ortodoxa e tinha encontrado o Papa Bento XVI, quando Kirill ainda não era Patriarca.”
Pe. Lombardi acrescentou que outro “aspecto importante para a contextualizar este encontro é que foi anunciado um Concílio pan-ortodoxo para o mês de junho próximo. O fato que estas relações positivas entre a Igreja católica e as grandes Igrejas ortodoxas se desenvolvam, dá também um sentido de aproximação, com grande interesse, participação e oração também, para este evento muito importante”.
Por fim, Pe. Lombardi falou também sobre o Patriarca ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu:
“Naturalmente, o Patriarca Bartolomeu foi informado apropriadamente sobre este encontro e manifestou sua satisfação, sua alegria por este passo avante no caminho das boas relações ecumênicas entre a Igreja católica e a maior das Igrejas ortodoxas. A Igreja ortodoxa russa é, também do ponto de vista numérico, a mais ampla, a mais numerosa entre as Igrejas ortodoxas. Calcula-se que talvez cerca de dois terços dos ortodoxos do mundo, cerca de duzentos milhões, dependam do Patriarcado de Moscou. Portanto, é um passo ecumênico particularmente importante, este, do encontro do Papa com o Patriarca de Moscou.”

Fonte: Rádio Vaticana

ADMINISTRADOR DIOCESANO - reunido com o Colégio de Consultores



No dia 03 de fevereiro às 09h na Sala de Reuniões da Cúria Diocesana, o Administrador Diocesano Pe. Júlio Cesar Oliveira (Pe. Axé) reuniu-se com o Colégio de Consultores da Diocese de Ituiutaba.
 

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

PORTA SANTA - JUBILEU DA MISERICÓRIDA - DIOCESE DE ITUIUTABA

PAPA FRANCISCO

PAPA FRANCISCO
AUDIÊNCIA GERAL
Quarta-feira, 18 de Novembro de 2015
 

Estimados irmãos e irmãs, bom dia!
 
    Com esta reflexão chegamos ao limiar do Jubileu, é iminente. À nossa frente está a porta, mas não só a porta santa, a outra: a grande porta da Misericórdia de Deus — e é uma porta bonita! — que recebe o nosso arrependimento oferecendo a graça do seu perdão. A porta é generosamente aberta, e devemos ter um pouco de coragem para cruzar o limiar. Cada um de nós tem dentro de si situações que pesam. Todos somos pecadores! Aproveitemos este momento que chega e cruzemos o limitar desta misericórdia de Deus, que nunca se cansa de perdoar, nunca se cansa de nos esperar! Observa-nos, está sempre ao nosso lado. Coragem! Entremos por esta  porta!
    Do Sínodo dos Bispos, que celebramos no passado mês de Outubro, todas as famílias e a Igreja inteira receberam um grande encorajamento a encontrar-se no limiar desta porta aberta. A Igreja foi animada a abrir as suas portas, para sair com o Senhor ao encontro dos filhos e das filhas a caminho, às vezes incertos, por vezes confusos, nestes tempos difíceis. As famílias cristãs, em particular, foram encorajadas a abrir a porta ao Senhor que espera entrar, trazendo a sua bênção e a sua amizade. E se a porta da misericórdia de Deus está sempre aberta, também as portas das nossas igrejas, das nossas comunidades, das nossas paróquias, das nossas instituições e das nossas dioceses devem estar abertas, a fim de que todos possamos sair para levar esta misericórdia de Deus. O Jubileu significa a grande porta da misericórdia de Deus, mas também as pequenas portas das nossas igrejas, abertas para permitir que o Senhor entre — ou muitas vezes que o Senhor saia — prisioneiro das nossas estruturas, do nosso egoísmo e de tantas situações.
    O Senhor nunca força a porta: até Ele pede autorização para entrar. O Livro do Apocalipse diz: «Estou à porta e bato, se alguém ouvir a minha voz e me abrir a porta, entrarei na sua casa e cearemos, eu com ele e ele comigo» (3, 20). Mas imaginemos o Senhor que bate à porta do nosso coração! E na última grande visão deste Livro do Apocalipse, assim se profetiza sobre a Cidade de Deus: «As suas portas não se fecharão de dia», o que significa para sempre, porque «já não haverá noite» (21, 25). No mundo ainda há lugares onde não se fecham as portas à chave. Mas existem muitos onde as portas blindadas se tornaram normais. Não devemos render-nos à ideia de ter que aplicar este sistema à nossa vida inteira, à vida da família, da cidade, da sociedade. E muito menos à vida da Igreja. Seria terrível! Uma Igreja inóspita, assim como uma família fechada em si mesma, mortifica o Evangelho e torna o mundo árido. Não às portas blindadas na Igreja, não! Tudo aberto!
A gestão simbólica das «portas» — dos umbrais, das passagens, das fronteiras — tornou-se crucial. Sem dúvida, a porta deve preservar, mas não rejeitar. A porta não deve ser forçada, ao contrário, é preciso pedir autorização, porque a hospitalidade resplandece na liberdade do acolhimento e ofusca-se na prepotência da invasão. A porta abre-se frequentemente, para ver se fora há alguém que aguarda e talvez não tenha a coragem nem sequer a força para bater. Quantas pessoas perderam a confiança, não têm a coragem de bater à porta do nosso coração cristão, à porta das nossas igrejas... E estão ali, sem coragem, porque os privamos da confiança: por favor, que isto nunca se verifique! A porta diz muito da casa, e também da Igreja. A gestão da porta requer um discernimento atento e, ao mesmo tempo, deve inspirar grande confiança. Gostaria de dedicar uma palavra de gratidão a todos os guardiões das portas: dos nossos condomínios, das instituições cívicas, das próprias igrejas. Muitas vezes a prudência e a gentileza da portaria são capazes de conferir uma imagem de humanidade e de hospitalidade à casa inteira, já a partir da entrada. É preciso aprender destes homens e mulheres, que são guardiões dos lugares de encontro e de acolhimento da cidade do homem! Muito obrigado a todos vós, guardiões de tantas portas, quer sejam portas de habitações, quer de igrejas! Mas sempre com um sorriso, sempre mostrando a hospitalidade desta casa, dessa igreja, e assim as pessoas sentem-se felizes e bem-vindas naquele lugar.
    Na verdade, sabemos que nós mesmos somos os guardiões e os servos da Porta de Deus, mas como se chama a Porta de Deus? Jesus! Ele ilumina-nos em todas as portas da vida, inclusive nas portas do nosso nascimento e da nossa morte. Ele mesmo afirmou: «Eu sou a porta: se alguém entrar por mim será salvo; tanto entrará como sairá, e encontrará pastagem» (Jo 10, 9). Jesus é a porta que nos faz entrar e sair, porque o redil de Deus é um abrigo, não uma prisão! A casa de Deus é um abrigo, não uma prisão, e a porta chama-se Jesus! E se a porta estiver fechada digamos: «Senhor, abre a porta!». Jesus é a porta e faz-nos entrar e sair. São os ladrões aqueles que procuram evitar a porta: é curioso, os ladrões procuram sempre entrar por outro lado, pela janela, pelo telhado, mas evitam a porta, porque têm más intenções e entram sorrateiramente no aprisco para enganar as ovelhas, para se aproveitar delas. Devemos passar pela porta e ouvir a voz de Jesus: se ouvirmos o tom da sua voz, estaremos seguros, seremos salvos. Podemos entrar sem medo e sair sem perigo. Neste bonito discurso de Jesus, fala-se também do guardião, que tem a tarefa de abrir ao bom Pastor (cf. Jo 10, 2). Quando o guardião ouve a voz do Pastor, então abre e faz entrar as ovelhas que o Pastor traz consigo, todas, inclusive aquelas que se perderam nos bosques, e que o bom Pastor foi resgatar. As ovelhas não são escolhidas pelo guardião, nem pelo secretário paroquial, nem sequer pela secretária da paróquia; as ovelhas são todas convidadas, escolhidas pelo bom Pastor. O guardião — também ele — obedece à voz do Pastor. Assim, poderíamos dizer que devemos ser como aquele guardião. A Igreja é a porteira da casa do Senhor, não a dona da casa do Senhor!
    A Sagrada Família de Nazaré sabe bem o que significa uma porta aberta ou fechada, para quem espera um filho, para quantos não têm abrigo, para quem deve fugir do perigo! As famílias cristãs façam da sua soleira de casa um pequeno grande sinal da Porta da misericórdia e da hospitalidade de Deus. É precisamente assim que a Igreja deverá ser reconhecida em todos os recantos da terra: como a sentinela de um Deus que bate à porta, como o acolhimento de um Deus que não nos fecha a porta na cara, com a desculpa de que não somos de casa. Aproximemo-nos do Jubileu com este espírito: haverá a porta santa, mas também a porta da grande misericórdia de Deus! Haja também a porta do nosso coração, para recebermos todos o perdão de Deus e, por nossa vez, darmos o nosso perdão, recebendo todos aqueles que batem à nossa porta.

 

sábado, 12 de dezembro de 2015

DECRETO Nº 19 DO ANO DA MISERICÓRDIA



Aos que este DECRETO virem Saudação Paz e Bênção no Senhor.

DECRETO Nº 19
DO ANO DA MISERICÓRDIA

Aos irmãos e irmãs da
Diocese de Ituiutaba.

Um fecundo Ano da Misericórdia!

O Papa Francisco, sensível aos pequenos e grandes atos de violência por todo lado, verdadeira insensibilidade pelo valor da pessoa humana, convoca o mundo para um processo de conversão, publicando a Bula “Misericordiae Vultus”. Convoca-nos para celebrar um Ano Santo da Misericórdia.
O início do Ano se dá com a abertura da Porta Santa pelo Santo Padre, nesse dia 08 de dezembro de 2015, na solenidade da Imaculada Conceição, data que coincide com o cinquentenário do Concílio Vaticano II. O encerramento do Ano Santo será no dia 20 de novembro de 2016, na Festa de Cristo Rei do Universo.
Conforme a Bula, na Diocese de Ituiutaba, faremos a abertura da Porta Santa nos locais oficiais de peregrinação: CATEDRAL SÃO JOSÉ de Ituiutaba e SANTUÁRIO NOSSA SENHORA DE FÁTIMA de Iturama, no dia 13 de dezembro de 2015. 
A partir do dia 13 de dezembro, as duas Igrejas citadas acima ficam oficialmente instituídas Santuários Diocesanos do Ano Santo da Misericórdia. Para uma delas, conforme a escolha, cada paróquia, no tempo certo determinado em cada Comunidade, poderá fazer sua caminhada para lucrar as indulgências previstas. Vamos todos aproveitar desse rico momento da graça de Deus.
Para isto, os fieis são chamados para peregrinar, de um ponto determinado, para a Porta Santa, com sinal do profundo desejo de verdadeira conversão. Supõe participação no Sacramento da Reconciliação, da Eucaristia e reflexão sobre a misericórdia, Profissão de Fé e oração pelas intenções do Papa. 
Dado e passado em nossa Cúria Diocesana de Ituiutaba, na data de 08 de dezembro de 2015.

Pe. Júlio Cesar Oliveira (Pe. Axé)

Administrador Diocesano de Ituiutaba


Pe. Wender José da Silva

Chanceler da Cúria