quarta-feira, 11 de outubro de 2023

CONFLITOS EM ISRAEL E NA PALESTINA: CNBB PEDE ORAÇÃO PELA PAZ

 

“Com a guerra todos perdem”, afirmou a Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em nota divulgada nesta quarta-feira, 11 de outubro. Os bispos pedem união em prece pela paz no Oriente Médio e que nas dioceses, paróquias, comunidades e famílias “intensifiquemos nossas orações em sufrágio pelos falecidos e por todas as vítimas da violência e do ódio”.

A Presidência da CNBB observa que israelenses e palestinos sofrem “as consequências trágicas de um conflito armado e dos descasos históricos dos acordos assumidos”.

“Com a guerra todos perdem! Os chefes das Nações se empenhem na salvaguarda da paz e da justiça”, pedem os bispos.

Confira o texto na íntegra abaixo: baixe o arquivo aqui

REZEMOS PELA PAZ!

“Busquemos tudo o que contribui para a paz e a edificação de uns pelos outros” (Rm 14,19)

Queridos irmãos e irmãs,

Neste momento unamo-nos em prece pela paz. Israelenses e palestinos estão sofrendo as consequências trágicas de um conflito armado e dos descasos históricos dos acordos assumidos. Abriram-se os caminhos para a violência, que gera morte e destruição.

Com a guerra todos perdem! Os chefes das Nações se empenhem na salvaguarda da paz e da justiça.

Inspire-nos a oração do Papa Francisco pela paz no Oriente Médio: “Senhor, Deus de Abraão e dos Profetas, Deus Amor que nos criastes e chamais a viver como irmãos, dai-nos a força para sermos cada dia artesãos da paz; dai- nos a capacidade de olhar com benevolência todos os irmãos que encontramos no nosso caminho” (2014).

Em nossas Dioceses, Paróquias, comunidades e famílias intensifiquemos nossas orações em sufrágio pelos falecidos e por todas as vítimas da violência e do ódio.

Que a Mãe Aparecida interceda em favor dos que padecem as consequências deste conflito, especialmente as crianças, idosos e as pessoas com deficiência. Que a Rainha da Paz, interceda junto ao seu Filho, para que esta paz tão desejada seja estabelecida.

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre – RS
Presidente da CNBB

Dom João Justino de Medeiros da Silva
Arcebispo de Goiânia – GO
1º Vice- Presidente da CNBB

Dom Paulo Jackson Nóbrega de Sousa
Arcebispo de Olinda e Recife – PE
2º Vice-Presidente da CNBB

Dom Ricardo Hoepers
Bispo Auxiliar de Brasília – DF
Secretário-Geral da CNBB

  

FONTE: CNBB


terça-feira, 12 de setembro de 2023

Atualização Teológica Província Eclesiástica de Uberaba

Entre os dias 12 e 14 de setembro, acontece em Uberlândia, a Atualização Teológica dos presbíteros da Província Eclesiástica de Uberaba, composta pela Dioceses de Ituiutaba, Patos de Minas, Uberaba e Uberlândia.

O assessor deste encontro é Padre Boris, da Arquidiocese de São Paulo, e o tema é a Homilia, a partir da Evangelli Gaudium (135-175).






Fonte: ARQUIDIOCESE DE UBERABA

domingo, 27 de agosto de 2023

CONCENTRAÇÃO DIOCESANA DE CATEQUISTAS


Com coração cheio de alegria nossa diocese vivenciou no dia 27/08/23, dia em que a Igreja no Brasil celebrou o dia dos catequistas, a Concentração Diocesana de Catequistas. Para esse evento os catequistas se reuniram na Paróquia São Francisco de Assis em Ituiutaba. Iniciamos nosso dia, em torno da mesa do Altar e da Palavra, para diante de Jesus na Eucaristia entregarmos todo nosso dia. Ao longo do encontro, contamos com a assessoria da Ana Angélica, pedagoga, pastoralista para a Catequese na Região Episcopal Nossa Senhora da Esperança na Arquidiocese de Belo Horizonte, membro do secretariado Arquidiocesano Bíblico-Catequético e da Comissão Bíblico-Catequética do Regional Leste 2. Ela, melhor do que ninguém, tratou sobre o tema: Metodologia na Catequese. Primeiramente, criando as bases sobre a identidade do catequista, quais suas finalidades, ações e tarefas. Depois adentrando no tema propriamente dito. Por fim, finalizou lançando luzes para a prática catequética juntamente com as famílias, realidade tão difícil que enfrentamos hoje. Aproveitamos o ensejo, para agradecer todos os envolvidos: nosso bispo Dom Irineu, a Comissão Diocesana de Catequese (CODICA), os Catequistas da Paróquia São Francisco de Assis (bem como seu Pároco Pe. Bruno Lucas pela disponibilidade e acolhida), o Cursilho (que carinhosamente assumiu a cozinha), os coordenadores paroquiais, bem como todos os catequistas que se fizeram presentes. Deus abençoe e os faça frutificar cada vez mais. Fraterno abraço.

Pe. Bruno Brentan Dezanetti

Assessor da Pastoral Catequética Diocesana













quinta-feira, 10 de agosto de 2023

ADPF 442: COMISSÃO PARA A VIDA E A FAMÍLIA PEDE À IGREJA NO BRASIL UMA PRECE EM FAVOR DA VIDA


 A Comissão Episcopal para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou uma carta ao episcopado brasileiro na terça-feira, 8 de agosto, pedindo uma prece em favor da vida de “milhares de pequeninos inocentes”. Dirigindo-se também aos agentes da Pastoral Familiar e às equipes de liturgia, a comissão solicita que paróquias e dioceses de todo o país roguem a Deus pela não aprovação da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) n. 442, no Supremo Tribunal Federal (STF), que pede a descriminalização do aborto no Brasil até a 12ª semana de gestação.

A Comissão Episcopal para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou uma carta ao episcopado brasileiro na terça-feira, 8 de agosto, pedindo uma prece em favor da vida de “milhares de pequeninos inocentes”. Dirigindo-se também aos agentes da Pastoral Familiar e às equipes de liturgia, a comissão solicita que paróquias e dioceses de todo o país roguem a Deus pela não aprovação da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) n. 442, no Supremo Tribunal Federal (STF), que pede a descriminalização do aborto no Brasil até a 12ª semana de gestação.

 A Comissão Episcopal para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou uma carta ao episcopado brasileiro na terça-feira, 8 de agosto, pedindo uma prece em favor da vida de “milhares de pequeninos inocentes”. Dirigindo-se também aos agentes da Pastoral Familiar e às equipes de liturgia, a comissão solicita que paróquias e dioceses de todo o país roguem a Deus pela não aprovação da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) n. 442, no Supremo Tribunal Federal (STF), que pede a descriminalização do aborto no Brasil até a 12ª semana de gestação.

“Em fidelidade ao Evangelho, cabe-nos defender a vida humana, opondo-se a toda discriminação e preconceito, em especial dos mais fortes sobre os  mais fracos, dos maiores sobre os menores, dos grandes sobre os pequenos. Não o fazer é associar-se à cultura de morte, que tudo relativiza e mercantiliza, inclusive a vida humana inocente. Somos do Evangelho da vida e da vida em abundância, desde a concepção até à morte natural”, escreveram os bispos.

Além do pedido de oração, a solicitação é que “cada Diocese – se possível paróquia – tenha a sua Comissão de Serviço à Vida, para que lá onde a vida humana, em qualquer fase do seu desenvolvimento, desde a concepção até a velhice, estiver ameaçada ou aviltada, possamos articuladamente promovê-la, defendê-la e cuidá-la”.

Sobre a ADPF 442

A Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442 foi apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) em 8 de março de 2017 com o objetivo que permitir a interrupção induzida e voluntária de uma gestação nas primeiras doze semanas, o que corresponde aos três primeiros meses. A contextualização a respeito do processo que tramita na Suprema Corte foi oferecida pela Comissão Vida e Família da CNBB em um documento enviado aos bispos junto com a carta. Confira aqui.

A alegação na ADPF 442 é que a criminalização do aborto nesses casos “fere o planejamento familiar e não garante às mulheres autonomia do direito de interromper a gestação sem necessidade de permissão do Estado”. A ação também quer garantir aos profissionais de saúde o “direito” de realizar o procedimento.

A Comissão Vida e Família da CNBB alerta também que a tese das 12 semanas pode ser mudada no futuro, com uma demanda para “permitir abortamento abrangendo outros momentos cronológicos do desenvolvimento de uma vida humana, como se deu diversas outras nações que iniciaram pela permissão até 12 semanas e romperam depois este marco”.

O texto recorda dois projetos de lei apresentados ao Congresso na década de 1990 que visavam a legalização do aborto e que foram rejeitados pelo Plenário da Câmara dos Deputados.

“Por este motivo, colocou-se ao STF a função de legislador, que, diga-se de passagem, não lhe pertence, indo ao encontro do ativismo judicial prejudicial à relação entre os Poderes Legislativo e Judiciário, pois na Câmara dos Deputados e no Senado essa pauta nunca teve sucesso, o que revela que os legítimos representantes do povo não concordam com este descalabro”.

A contextualização também considera que a descriminalização do aborto até a 12ª semana “seria uma abertura para o avanço da pauta abortista e de uma escalada de morte”.

 

segunda-feira, 7 de agosto de 2023

SAIBA COMO CONTRIBUIR NA ATUALIZAÇÃO DAS DIRETRIZES PARA A PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA NA IGREJA CATÓLICA


Os números de abusos e violações sexuais contra crianças e adolescentes são alarmantes em todo o mundo. De acordo com a organização Childhood Brasil, estima-se que a cada ano mais de 400 milhões de meninas e meninos no mundo sejam expostos à violência sexual.  Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2023 apontam que foram registrados mais de 40 mil casos de estupro em que a vítima tinha até 13 anos de idade, número que representa 61,4% dos crimes de estupro registrados no país em 2022. 

Diante desse cenário, a Pontifícia Comissão para a Proteção dos Menores lançou uma consulta pública sobre uma proposta de atualização do Quadro de Diretrizes Universais (QDU), com o intuito de fortalecer os esforços de criação de um ambiente mais seguro em toda a Igreja. A iniciativa está em consonância com os apelos do Papa Francisco de que “este dever de cuidado e proteção recai sobre toda a Igreja” (Carta Apostólica, Motu Proprio, Come uma Madre Amorevole, 2016).  

Movimento da Igreja Católica e da sociedade civil 

De acordo com o Padre Andrew Small, Secretário da Pontifícia Comissão para a Proteção de Menores, a Comissão acredita que todos têm um papel a desempenhar para garantir que Igreja seja um lugar seguro para crianças e adultos. “Cada país e contexto têm as suas próprias características culturais, linguísticas e outras características individuais, o que significa que a presença da Igreja nesse país tem de refletir a cultura local para que o seu ministério de proteção seja verdadeiramente eficaz e significativo”, explica. Ele salienta que os bispos e outros líderes da Igreja já receberam diretamente os princípios orientadores e darão a sua opinião. Agora, a Comissão abre a consulta a todos. “Não é necessário ser um especialista; a Comissão quer ouvir todas as opiniões”, afirma. 

Monsenhor Luis Manuel Ali Herrera, membro da Pontifícia Comissão para Proteção de Menores e Secretário Geral da Conferência dos Bispos Católicos da Colômbia, reitera que essa pesquisa não deve ficar restrita somente ao âmbito eclesial, mas deve contar com a participação de toda a sociedade civil. “O intuito é poder produzir um documento participativo, que leve em conta condições culturais regionais, com normas aplicadas e adaptadas localmente”, explica. Ele convida a todos os religiosos, religiosas, leigos, leigas e profissionais ligados a defesa de direitos das crianças e adolescentes a contribuírem e celebra o movimento da Igreja da América Latina e o Caribe em prol da prevenção de abusos, especialmente no âmbito eclesial. 

Eliane De Carli, coordenadora do Núcleo Lux Mundi na Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) e Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), também comemora esse movimento. “A Igreja da América Latina e Caribe está articulada para que pessoas que integram o ambiente eclesial e as que, na sociedade civil, trabalham com prevenção de violências contra crianças e adolescentes, participem dessa consulta pública”, diz. Para Eliane, essa é uma iniciativa para “uma cultura do cuidado, da proteção, da prevenção e da transparência”. 

Como contribuir na prática 


Para registrar suas sugestões, recomenda-se a leitura do Quadro de Diretrizes Universais (QDU), aprovado pela Comissão Pontifícia durante sua recente Assembleia Plenária (aqui). As Diretrizes apresentam princípios que têm como base a análise do trabalho realizado em toda a Igreja e na sociedade civil durante a última década, projetados para sustentar as políticas de proteção em cada igreja local.  

Em seguida, acesse a consulta pública (aqui) e faça seus comentários, levando em consideração a sua realidade. Após responder a pesquisa, compartilhe a iniciativa para que mais pessoas possam dar a sua contribuição. Com o intuito de facilitar o processo, a pesquisa está disponível em quatro idiomas. 

Fazendo a diferença

As respostas serão analisadas, agrupadas e incorporadas em uma versão final das Diretrizes, para avaliação e aprovação da Comissão no final de 2023. Em seguida, será distribuído definitivamente a todas as igrejas locais em todo o mundo, solicitando que atualizem suas diretrizes de proteção atuais e as submetam à análise da Comissão. 

A Pontifícia Comissão ajudará as partes da Igreja que não dispõem de recursos financeiros ou humanos para garantir a implementação prática dessas Diretrizes. Com a ajuda das agências doadoras da Igreja, a Comissão estabeleceu um programa de capacitação para garantir que as Diretrizes de Proteção sejam desenvolvidas e implementadas. Esse programa é chamado de “Memorare”, em referência à oração feita à Mãe Santíssima para que “ninguém fique desamparado”. 

Fonte: CNBB


quinta-feira, 29 de junho de 2023

CNBB É CONVIDADA PELO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO A ADERIR AO PACTO NACIONAL PELA CONSCIÊNCIA VACINAL


O bispo auxiliar da arquidiocese de Brasília (DF) e secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Ricardo Hoepers, recebeu, na manhã desta quarta-feira, 28 de julho, o representante do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e presidente da Comissão da Saúde do MP, Jayme Martins de Oliveira  Neto, o secretário-executivo do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Jurandi Frutuoso, e o membro auxiliar da Comissão de Saúde no CNMP, o promotor de Justiça do Distrito Federal, Jairo Bisol.

O grupo convidou a CNBB para aderir ao Pacto Nacional pela Consciência Vacinal, idealizado e coordenado pelo Conselho Nacional do Ministério Público, e lançado em 30 de novembro de 2022.

A iniciativa tem como objetivo incentivar uma atuação coordenada e nacional entre o Ministério Público brasileiro e entidades envolvidas com a promoção da saúde pública, em busca da consciência vacinal e da retomada de índices seguros e homogêneos de cobertura de vacinas em todo o Brasil. O secretário-geral da CNBB, dom Ricardo Hoepers, irá encaminhar a solicitação à presidência.

“A adesão da CNBB para nós é fundamental, importantíssima, pela autoridade moral, pelo que a igreja representa e pela capilaridade que ela tem de levar essa consciência da importância de se observar o Plano Nacional de Imunização e o calendário de vacinas que são vacinas tradicionais, vacinas antigas como a poliomielite, o sarampo, por exemplo, cujos índices de vacinação baixaram muito nos últimos 10 anos”, disse o conselheiro Jayme.

O presidente da Comissão de Saúde destacou o esforço da campanha para elevar os índices de vacinação no Brasil e explicou que o motivo da visita foi buscar o apoio da CNBB à essa causa nobre já que o foco da campanha é conscientizar a população sobre a importância das vacinas previstas no Programa Nacional de Imunização (PNI), que são oferecidas de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e cujos índices de cobertura vêm caindo muito no Brasil.

“A vacinação também é um ato de amor”

Para o secretário-geral da CNBB, dom Ricardo Hoepers, o Ministério Público tem feito um trabalho muito importante e diferenciado no protagonismo pela vacinação com esse projeto sobre consciência da vacinação no nível nacional. Segundo Dom Ricardo, muitos estados e municípios não têm alcançado o índice que seria o ideal de cobertura da vacinação básica de doenças que estavam, inclusive, já superadas no país e agora estão retornando.

“Essa é uma causa nobre. Entendemos que a CNBB, através dos seus regionais e das dioceses, pode somar-se a esse trabalho. Quando levamos a consciência da saúde integral da pessoa humana, estamos levando o Evangelho também. Jesus veio e disse: ‘eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância’. Portanto, vamos cuidar dessa vida que nos foi dada”, disse.

Dom Ricardo acredita que a vacina deve chegar a toda população, principalmente, às famílias que têm suas crianças e aquelas pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade. “É mais do que uma causa nobre, é um dever moral, como diz o Papa Francisco. A vacinação também é um ato de amor”, reforçou.

O secretário executivo do Conass, Jurandi Frutuoso, ressaltou a importância da adesão da CNBB já que a instituição tem muita força no sentido de dialogar com as comunidades locais, autoridades, em especial as da saúde, para que se empenhem neste movimento de superação da baixa cobertura vacinal em todo o país.

“Não é possível que, em pleno ano de 2023, o Brasil volte a correr risco de ter introduzido aqui no nosso território doenças já erradicadas, como exemplo o vírus da Poliomielite. A igreja, como um ator com muita credibilidade perante a sociedade, pode colaborar, e muito, aderindo a esse projeto do CNMP que vai trazer como fortaleza o convencimento da sociedade para poder fazer essa reversão. A necessidade, portanto, eu penso que esse caminho está na conscientização mais forte dos cidadãos de bem nesse país”, disse.

Mobilização

O CNMP, em parceria com o Ministério Público do Trabalho (MPT), disponibiliza uma revista em quadrinhos voltada à conscientização do aumento da cobertura vacinal do PNI. No gibi, os personagens Dona Graça, Brígida, Alex, Bete, Otávio, Pedrinho, Margareth e Ivan falam sobre a necessidade de desmentir notícias falsas, conhecidas como fake News, sobre as vacinas. Além disso também tem um jingle da campanha.



Pacto Nacional pela Consciência Vacinal

O pacto sela a união de esforços de diversos órgãos no compromisso de desenvolver ações para conscientizar a população acerca da importância da vacinação prevista no PNI. A iniciativa é coordenada pela Presidência e pela Comissão da Saúde (CES) do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e foi lançada em 30 de novembro de 2022.

As ações são desenvolvidas por meio do estímulo à atuação dialogada e proativa de todos os órgãos e entidades participantes e por amplas campanhas de comunicação social para buscar a adesão da população ao PNI, como resultado da conscientização da importância, da segurança e da eficácia das vacinas, bem como dos riscos atuais do retorno de doenças transmissíveis já erradicadas no país.

Veja a página do Pacto Nacional pela Consciência Vacinal

Clique aqui para ver o documento 

FONTE E ILUSTRAÇÃO: CNBB e CNMP

Saiba mais:

Ministra da Saúde pede apoio da CNBB na mobilização de todo o Brasil para retomada das altas coberturas vacinais – CNBB